Talvez hoje você tenha acordado já no modo automático.
Preparou o café da manhã com o celular na mão, deu conta dos pedidos do grupo da escola, respondeu mensagens pendentes, enquanto pensava se ainda tinha arroz no armário. E isso tudo antes das oito da manhã.
É possível que esteja lendo esse e-mail no intervalo entre uma tarefa e outra, com uma criança chamando no fundo ou com uma lista de afazeres martelando a sua cabeça. Eu sei.
Ser mãe pode ser bonito, mas também pode ser exaustivo. E muitas vezes, é.
Há dias em que parece que o mundo está pesado demais e só você carrega tudo nas costas. Você ama seus filhos, claro. Mas às vezes sente falta de alguém perguntar: “E você, está bem?”.
Sente falta de respirar com calma. De lembrar do que gostava de fazer. De sonhar com alguma coisa que não seja só sobrevivência.
Eu conheci uma mulher chamada Júlia. Mãe de dois. Trabalha fora, cuida da casa, do marido, da mãe que adoeceu. Um dia, enquanto dobrava roupas às duas da manhã, se perguntou quando foi a última vez que leu um livro que não fosse de receitas ou pedagogia.
Ela chorou baixinho para não acordar ninguém.
No outro dia, sorria como sempre. Ninguém soube. Ninguém viu.
Talvez você também já tenha chorado assim.
Não importa quantas tarefas você tenha, quantos papéis precise desempenhar. Você ainda é alguém aí dentro. E essa mulher merece atenção, respeito, descanso.
Merece voltar a sonhar.
Lembra dos seus sonhos antigos? Aqueles que moravam no caderno da escola, nos pensamentos debaixo do chuveiro, nos planos com a melhor amiga de infância?
Eles não morreram. Só estão esperando que você volte a olhar para eles.
Cuidar de você não é um capricho.
Não é vaidade.
Não é egoísmo.
É amor-próprio.
É um ato de coragem.
Quando você começa a se ouvir de novo, algo dentro de você se reconecta. Você percebe que pode fazer escolhas melhores. Que pode descansar sem culpa. Que é possível pedir ajuda. Que não precisa fazer tudo sozinha.
E é aí que começa a transformação.
Foi pensando em mulheres como você que escrevi o livro Cura pelo Autocuidado – Um guia sem frescuras para mulheres exaustas.
Não é um manual cheio de frases feitas ou regras difíceis de seguir. É uma conversa direta, honesta e acolhedora com quem está cansada de tanto dar e não receber.
Com quem sente que perdeu um pouco de si mesma no meio do caminho.
Lá, eu falo sobre como você pode se reconectar com sua história, com sua saúde, com suas emoções – sem precisar esperar que tudo ao redor esteja perfeito.
Porque a vida nunca vai parar.
Mas você pode parar. Respirar. Se olhar com mais gentileza.
Uma leitora me escreveu dizendo que, depois de ler o livro, voltou a pintar. Era algo que ela amava e não fazia há mais de dez anos. Outra contou que começou a acordar quinze minutos mais cedo só para tomar um café com calma e ouvir o silêncio da manhã.
Parece pouco, não é? Mas são essas pequenas mudanças que mudam tudo.
Neste Dia das Mães, eu não quero te vender uma solução milagrosa. Quero te lembrar de quem você é.
Você é mãe.
E também é mulher.
É corpo, desejo, pensamento, memória.
É história viva.
E merece ser cuidada.
Se você sente que está exausta, se quer reencontrar a si mesma sem precisar sair da vida que tem, esse livro pode ser um bom começo. Um recomeço, talvez.
👉 Clique aqui para garantir seu exemplar autografado do Cura pelo Autocuidado agora mesmo.
Presenteie-se com algo que ninguém pode tirar de você: a sua presença, a sua força, o seu reencontro consigo mesma.
Você merece flores, abraços, paz, livro.
E acima de tudo, merece não se abandonar.



Deixe uma resposta