Você piscou e já é novembro…
À medida que o ano se aproxima do fim, você sente o tempo escorrendo pelos dedos como areia fina. Os dias parecem mais curtos, as listas de tarefas se tornam mais longas e o silêncio das noites é preenchido por pensamentos que ecoam: “Eu não fiz tudo o que queria”, “Ainda não cheguei lá”, “Outro ano passou… e eu continuo no mesmo lugar”.
Esse peso invisível que muitos carregam em novembro não tem apenas a ver com o calendário, ele nasce da comparação, das expectativas e da sensação de que a vida está em atraso. Você olha ao redor e vê pessoas comemorando conquistas, exibindo novas realizações, marcando metas riscadas como quem coleciona troféus. E, mesmo sabendo que cada trajetória é única, é difícil não se sentir para trás.
O fim do ano tem esse poder: ele desperta o melhor e o pior em você. Pode ser um convite à celebração ou um espelho que reflete tudo o que não foi. É como se o relógio apressasse o coração e a mente ao mesmo tempo. De repente, você se vê revisitando promessas feitas em janeiro: “vou cuidar mais de mim”, “vou mudar de trabalho”, “vou começar aquele projeto”, “vou ser mais leve”, “vou publicar o meu livro”. Algumas delas, você cumpriu parcialmente. Outras, ficaram na gaveta, esperando o “momento certo”.
Mas será que existe mesmo um momento certo?
A verdade é que o tempo não espera. Ele apenas segue. E, talvez, o verdadeiro aprendizado seja entender que a vida não se resume a cumprir metas, mas a continuar tentando. É sobre reconhecer os passos que você deu, por menores que pareçam. Você pode não ter chegado ao destino, mas percorreu um caminho. E isso também é vitória.
O problema é que, na pressa de alcançar o que falta, você esquece de enxergar o que já tem.
Então, olhe para trás com gentileza: quantas vezes você caiu e levantou? Quantos dias enfrentou o cansaço, o medo, a dúvida, e mesmo assim seguiu? Quantas coisas você aprendeu sobre si, sobre os outros, sobre a vida? Pode não ter sido o ano dos resultados, mas talvez tenha sido o ano da construção. E construir, ainda que em silêncio, é o primeiro passo de toda conquista sólida.
O fim do ano não precisa ser um lembrete do que faltou, mas um chamado para o que ainda pode ser. Ainda há tempo. Ainda dá para recomeçar.
Você não precisa esperar o próximo janeiro para mudar, basta um dia, uma decisão, uma nova intenção. Às vezes, o que o universo espera de você é apenas um gesto simbólico de coragem.
É nesse ponto que muitos desistem. Deixam-se levar pelo desânimo e decidem que “agora não dá mais tempo”. Mas dá. Dá para começar um novo ciclo dentro do mesmo ano. Dá para respirar fundo e escolher uma nova direção. Dá para tirar a culpa do peito e transformar o cansaço em impulso.
Pense nisso: e se o fim do ano fosse o seu recomeço?
E se, em vez de carregar o peso do que não aconteceu, você decidisse abrir espaço para o que ainda pode florescer? O último capítulo do ano não precisa ser triste. Ele pode ser o mais bonito, o mais consciente, o mais leve.
Você não é o que faltou fazer. Você é o que decide fazer agora.
Os meses passados não definem quem você é, apenas mostram onde você esteve. E o lugar onde está hoje, esse, sim, pode ser o ponto de partida para algo novo.
Por isso, respire. Aceite o ritmo da vida. Perdoe-se por não ter conseguido tudo. Às vezes, o que parece atraso é apenas o tempo certo se revelando. Às vezes, é preciso atravessar o deserto antes de encontrar o oásis.
E, falando em recomeço, quero te contar algo importante: no dia 07/11, uma data simbólica de equilíbrio e novos inícios, vou realizar a Black Friday dos meus livros, produtos e serviços. Não é apenas uma promoção. É um convite para você se presentear com algo que desperte propósito, autoconhecimento e leveza.
Porque, se o ano está chegando ao fim, o seu processo de transformação pode estar apenas começando.
E, quem sabe, esse presente simbólico seja o empurrão que faltava para encerrar 2025 com mais amor, consciência e esperança.
Afinal, nunca é tarde para começar, especialmente quando o recomeço vem de dentro.
Dia 07/11 é o marco desse novo ciclo. E ele pode começar com você.


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