
Olá, minha querida leitora!
Tudo bem com você?
Por aqui tudo ótimo. O céu está nublado e parece que vai chover de novo. Está ventando bastante. Vejo a cortina balançar e esse vai e vem me distrai um pouco. Tomo o meu delicioso chá de camomila enquanto ouço o canto dos pássaros e penso no que escrever.
Eu poderia ter começado o artigo diretamente ao ponto, mas resolvi fazer uma breve e diferente introdução para mostrar como é possível adiar a escrita e conversar amenidades ao invés de encarar a tela em branco do computador.
A procrastinação nada mais é do que “deixar para amanhã” ou “deixar para depois” alguma tarefa ou tomada de decisão. É sentir aquele quentinho no coração em poder fazer outra coisa no lugar daquilo que deveria ser feito.
É normal ao ser humano procrastinar. A gente faz isso várias vezes ao dia e sem perceber. Vou dar exemplos: adiar ida ao banheiro por estar focada numa tarefa, vendo um vídeo ou respondendo um e-mail, deixar para depois pegar mais água.
O problema começa quando essa procrastinação se torna prejudicial no dia a dia.
E se você está na fase em que lavar louça ou limpar a casa parece bem mais confortável e importante do que começar a escrever é melhor prestar atenção no que tem sido sua prioridade.
Vou te falar mais uma coisa.
Quando esse ciclo da procrastinação começa é difícil parar. Uma conversa segue para um café ou chá, um lanchinho, depois ver um vídeo no Youtube, verificar e-mail, fazer tarefa mais fácil e assim vai. Sempre tem algo mais importante na frente. Uma coisa leva a outra, quando você vê o dia acabou e você não fez aquilo a que deveria. Fica a sensação de “não fiz nada o dia todo” misturado ao vazio e arrependimento. Isso sem esquecer da promessa “amanhã, sem falta, eu escrevo” que será reiterada quando acordar no meio da noite.
A procrastinação crônica é uma inimiga das escritoras e, principalmente, das aprendizes porque colocar a ideia no papel requer coragem, paciência, persistência.
Você pode ouvir que é coisa de gente preguiçosa. Esqueça isso.
A procrastinação está ligada as causas fisiológicas e psicológicas.
O medo, a ansiedade ou a insegurança em parir suas ideias para o mundo podem ser o motivo da sua procrastinação. Em algum momento, todas nós sentimos isso. Saber administrar e agir é que faz a diferença.
Algumas mulheres esperam o momento certo, a perfeição. O momento certo é agora. Escrever todos os dias é um treino que ajuda a aperfeiçoar sempre. É como ir na academia.
O seu texto de hoje será melhor que o de ontem e pior que o de amanhã. Conviver com essa verdade é preciso, faz parte da nossa evolução.
Tem como eliminar a procrastinação?

Lembra que no começo deste artigo eu falei que é normal procrastinar? Pois é. Você já deve ter lido por aí sobre eliminar a procrastinação. Isso não existe, minha querida leitora.
Lembra que no começo deste artigo eu falei que é normal procrastinar? Pois é. Você já deve ter lido por aí sobre eliminar a procrastinação. Isso não existe, minha querida leitora.
Há algumas condutas que nos ajudam a somente driblar, são elas:
- Abolir a função soneca – Levante-se da cama assim que o celular despertar. O uso da soneca é prejudicial e causa a inércia do sono (a deixa mais cansada), além de começar o dia com tensão, estresse e atrasos.
- Tire as distrações – Desative as notificações do celular e do computador. Desligue a internet na hora de escrever.
- Não seja multitarefa – Faça uma coisa de cada vez assim você tem mais foco e concentração que é igual a maior rendimento.
- Tenha uma lista de tarefas – Coloque, no máximo, três tarefas importantes e realize.
- Organize sua mesa de trabalho – Ajuda a ter mais foco e concentração. Você pode deixar somente o computador na hora de escrever.
Agora que você já desvendou as cinco formas para driblar a procrastinação, comece de uma vez. Não enrole, não espere o sol surgir ou a chuva acabar, a louça secar.
Aproveite para escrever no seu melhor horário.
Planejamento e organização devem fazer parte da sua vida para que as coisas possam funcionam melhor.
E como diz minha mãe: “não deixe para fazer amanhã o que se pode fazer hoje”.

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